Quinta-feira

CLIPPING (28.12.2017)

VALOR ECONÔMICO

IGP-M sobe 0,89% em dezembro, mas encerra 2017 com deflação de 0,52%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou aumentou 0,89% em dezembro, após subir 0,52% um mês antes. Em 2017 como um todo, houve queda, de 0,52%, confirmando as expectativas pela segunda deflação anual do indicador na história e a primeira desde o recuo de 1,72% em 2009.

O número também veio em linha com a média das estimativas de 15 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, que apontavam para uma alta de 0,90% no último mês de 2017 e uma queda de preços de 0,50% no acumulado do ano.

Em 2016, o IGP-M registrou alta de 7,17%. Com peso de 60% no IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,24% em dezembro, após alta de 0,66% um mês antes. Os produtos agropecuários tiveram elevação de 0,83% e os industriais, de 1,37%, seguindo aumento de 0,61% e 0,68%, respectivamente.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador geral, registrou elevação de 0,30% no último mês de 2017, ante 0,28% na apuração de novembro. A principal contribuição em sentido ascendente partiu do grupo Alimentação (-0,19% para 0,13%). Nessa classe de despesa, a FGV destaca o comportamento do item laticínios (-1,46% para 0,42%). Com os 10% restantes dos IGPs, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) saiu de avanço de 0,28% em novembro para 0,14% um mês depois.

 

Mercado minimiza impacto de novo rebaixamento

Um novo rebaixamento do rating do Brasil, apesar de indicar que a situação estrutural do país não vai bem e que não há perspectivas claras de melhora, não deve trazer grandes impactos aos mercados, segundo analistas. Isso porque as agências de avaliação de risco já tinham alertado com antecedência que, caso a reforma da Previdência não fosse viabilizada, poderia haver novo "downgrade". "Não é nenhuma surpresa", define o sócio-gestor da Modal Asset Management, Luiz Eduardo Portella.

A principal preocupação, em sua visão, é o efeito que esse rebaixamento poderia trazer para o período eleitoral. "É um fato que, certamente, será usado na campanha", diz. "A grande notícia negativa mais recente foi a não aprovação da reforma da Previdência. E acho que o mercado já colocou nos preços uma boa parte disso", afirma José Faria, economista-chefe do Deutsche Bank no Brasil.

Ele entende que o grande foco dos investidores hoje é o encaminhamento das reformas fiscais, que está ligado ao resultado das eleições presidenciais de 2018. O impacto hoje de um "downgrade" é em parte minimizado pela expectativa de que o governo sinalize ao longo do ano que vem algum avanço das reformas, que seriam aprovadas apenas em 2019. "Hoje o mercado está muito mais preocupado com esse encaminhamento da agenda reformista do que com os 'ratings' de crédito", disse.

Após o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, realizar na semana passada uma teleconferência com as agências de rating para tentar convencê-las a esperar uma eventual votação da reforma da Previdência em fevereiro antes de tomar uma decisão, fontes disseram que ele ouviu da S&P Global que a avaliação sobre a nota brasileira ocorreria ainda este ano. Isso porque, disseram esses interlocutores, a agência não costuma alterar ratings soberanos em anos de eleições gerais, como é o caso de 2018.

Alguns analistas, no entanto, demonstram pouca convicção de que a S&P não possa fazer um movimento de rebaixar o país fora do calendário previsto. Para Ronaldo Patah, do UBS Wealth Management, dificilmente as agências vão se antecipar e cortar a nota do país se ainda existe a chance de o governo aprovar a reforma da Previdência, conforme o próprio ministro Henrique Meirelles, reafirmou. "Mas, como eu não acredito que a reforma será aprovada em fevereiro, acho que o 'downgrade' virá. Pelo menos por uma das agências", afirma.

Para Patah, um novo rebaixamento na nota do país pode gerar alguma reação negativa do mercado, mas apenas de curto prazo, podendo, inclusive, gerar oportunidades de compras. Mas a frustração com a reforma, essa sim, poderia reforçar o sentimento negativo, uma vez que cerca de 30% do mercado ainda acredita que o projeto será aprovado em fevereiro.

"Boa parte de um rebaixamento já está no preço. Pode ser que alguns ativos sofram um pouco, especialmente dívidas mais longas em moeda local, em que ainda há uma participação significativa de estrangeiros, mas no geral essas decisões não têm um efeito forte no curto prazo", diz o economistachefe da Western Asset, Adauto Lima.

O professor da PUC-Rio Márcio Garcia tem uma visão semelhante. "Com a deterioração fiscal que vem ocorrendo, é natural que as agências de rating façam esse ajuste." Lima lembra que, no caso de rebaixamento da nota soberana, muitas empresas brasileiras também teriam sua avaliação reduzida, já que o rating do país serve como uma espécie de teto. Isso poderia atrapalhar um pouco as emissões externas, mas ele aponta que diversas companhias anteciparam o lançamento de dívidas para o fim deste ano, preocupadas com uma possível mudança no ambiente global de liquidez abundante.

Garcia, da PUC, também acredita que um dos principais riscos para 2018 seria uma aceleração no aperto monetário nos EUA. "A decisão sobre o rating em si não vai ter grandes efeitos, mas poderia se juntar com outros fatores e criar um ambiente adverso". Para o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, o mercado deve ter alguma reação com o "downgrade" - evento que ele considera inevitável. "Tecnicamente, acho difícil as agências não fazerem nada", afirmou.

"Se você passar a régua e olhar os números, não terá como fazer uma avaliação de que houve qualquer melhora em seis meses". De todo modo, afirma, o efeito patrimonial de um novo rebaixamento será menor do que o observado quando o país perdeu o grau de investimentos. "É um efeito mais moral", diz.

A S&P foi a primeira agência a retirar a nota do país do chamado grau de investimento, em setembro de 2015. Desde que a agência tirou o país da observação para possível rebaixamento, em agosto deste ano, alguns fatores macroeconômicos melhoraram. A recuperação da atividade se fortaleceu, a arrecadação aumentou e o Banco Central seguiu cortando juros. Entretanto, os analistas apontam que, sem a reforma da Previdência, é impossível garantir uma trajetória sustentável para as contas públicas.

"Até meados do ano a arrecadação não estava respondendo, apesar da economia estar se estabilizando. Agora há uma recuperação, mas isso deve parecer pouco para uma agência de rating, porque eles olham mais à frente. Além de 2019, o teto de gasto se torna inviável sem reforma da Previdência e corte de gastos estruturais", explica Lima, da Western Asset.

Em agosto, a S&P retirou a nota brasileira "BB" de observação para possível rebaixamento, mas manteve a perspectiva negativa. Na ocasião, citou a continuidade dos desafios políticos e a dificuldade do governo em fazer avanços significativos na contenção de gastos do setor público e disse que a nota de crédito seria revista em um prazo de seis a nove meses.

 

Real tem o terceiro pior desempenho entre moedas globais em 2017

Os mercados financeiros no Brasil chegam nesta quinta-feira à última sessão de 2017, ano marcado por uma montanha-russa nos preços dos ativos, especialmente depois do escândalo da JBS de maio passado. E 2018 promete trazer mais vaivém, devido à incerteza eleitoral e aos riscos de aperto monetário além do esperado nos Estados Unidos.

No acumulado do ano, o dólar sobe 1,87% ante o real. A moeda brasileira ocupa a terceira posição na lista de maiores quedas globais, melhor apenas que o peso argentino (-14%) e a lira turca (-7,6%). Ontem, a cotação da moeda americana terminou em R$ 3,3114, ligeira queda de 0,07% sobre o fechamento anterior. Na mínima, cedeu 0,59%, a R$ 3,2942.

O mercado segue instável neste fim de ano, em parte pelo baixo volume de negócios, que intensifica os efeitos de operações de giro ou de fluxos pontuais. Por um lado, investidores aguardam potenciais ingressos de recursos de operações que, segundo analistas ouvidos pelo Valor, podem ser antecipadas como forma de desvio da volatilidade eleitoral que tende a predominar de meados de 2018 até o fim do ano.

A Natura, por exemplo, confirmou avaliar viabilidade de captação de recursos no mercado internacional. Mas o fluxo corrente ainda tem sido negativo. Na semana passada (de 18 a 22 de dezembro), deixaram o Brasil, em termos líquidos, US$ 3,472 bilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central.

Para 2018, o cenário-base é de volatilidade, mas com câmbio terminando o ano perto dos atuais níveis. O Deutsche Bank estima dólar de R$ 3,30 ao fim do ano que vem, contanto que o governo emita ao mercado algum sinal positivo sobre a reforma da Previdência - que para o banco alemão deverá ser aprovada apenas em 2019.

No curtíssimo prazo, um fator que atrai atenções é um novo rebaixamento da nota de crédito soberano do Brasil pela agência de classificação de risco S&P. Há expectativas no mercado de que a agência anuncie sua decisão ainda nesta semana. Analistas ponderam, contudo, que um "downgrade" já está em boa parte contemplado nos preços, o que limitaria o efeito negativo. Há avaliações inclusive de que a decisão poderia representar oportunidade de compra de ativos locais após causar inicialmente pressão nos mercados. A decisão da S&P, portanto, teria efeito limitado sobre as expectativas para os rumos da política monetária no começo do ano.

O mercado já trabalha com corte de 0,25 ponto percentual da Selic no encontro do Copom de fevereiro. "Em janeiro vale acompanhar os dados de inflação e as declarações de dirigentes. Atualmente ambos sinalizam que teremos um novo corte", diz a XP Investimentos. A decisão de março segue como dúvida. Por ora, a curva indica probabilidade de apenas 16% de nova redução de 0,25 ponto nesse mês.

O Santander Brasil mantém expectativa de corte de 0,25 ponto do juro em fevereiro, com a taxa de indo a 6,75% ao ano e permanecendo nesse patamar ao longo de 2018. "Essa decisão está ligada à possibilidade de a inflação continuar abaixo da meta e de a economia seguir com ampla capacidade ociosa. E a resposta para esses dois questionamentos dá espaço para o BC trabalhar com juro abaixo do neutro pelo menos até o fim do ano que vem", diz Adriana Dupita, economista do banco espanhol.

Ontem, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2019 subiu 1 ponto-base, para 6,88% ao ano. O risco eleitoral leva o mercado a projetar na curva de juros uma Selic mais alta entre o fim de 2018 e começo de 2019. Os contratos de DI embutem Selic média de 8,24% para os primeiros três meses de 2019. O gestor de um fundo hedge brasileiro não só considera essa projeção de Selic exagerada como enxerga possibilidade "relevante" de queda para abaixo de 6,75%. Como justificativas, ele cita hiato do produto "extremamente aberto", inflação "baixa" e com perspectivas "ancoradas", mercado de trabalho ainda em estado de "estresse" e uma recuperação econômica "apenas gradual". "Diante deste pano de fundo... ainda vejo amplo espaço para queda de taxas da curva local de juros, especialmente na parte intermediária da curva."

 

MP prevê uso de TLP em operações de fundos regionais

O governo federal publicou ontem a medida provisória que trouxe alterações na regra de cálculo dos juros praticados pelos Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE), Norte (FNO) e Centro-Oeste (FCO), além de outras medidas para esse segmento. A MP determina que "os encargos financeiros incidentes sobre os financiamentos de operações de crédito não rural com recursos do FNO, do FNE e do FCO serão apurados mensalmente" com base na Taxa de Longo Prazo (TLP), que entra em vigor em janeiro e levará em conta componentes como a atualização monetária e um fator de desconto que leva em conta a renda per capita no local do investimento.

Outra alteração está na taxa de administração sobre o patrimônio líquido dos fundos, que é paga aos bancos operadores. Ela passará progressivamente de 3% em 2018 para 1,5% ao ano a partir de 2023. O Banco Central divulgou nota informando a publicação da MP 812 e destacou que a iniciativa estabelece "critério objetivo que leva em consideração as desigualdades regionais" e contribui para a previsibilidade das taxas.

"Os encargos serão baseados na Taxa de Longo Prazo (TLP), ou seja, serão compostos pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e por taxa de juros real prefixada, mensalmente, de acordo com o equivalente ao rendimento real das Notas do Tesouro Nacional - Série B (NTN-B) no prazo de cinco anos", informa o BC, explicando que haverá um desconto sobre a parcela pré-fixada, que reduzirá seu custo final.

As mudanças nas regras de juros dos fundos constitucionais foram acertadas com o Congresso Nacional durante a tramitação da MP que criou a TLP. Segundo o BC, as mudanças não afetam o estoque existente de contratos dos fundos. A nota diz que a medida vai ampliar a previsibilidade do investimento com a retirada de fatores discricionários. Também aumentará a transparência na concessão de subsídios e garantirá que as regiões contempladas tenham acesso a taxas mais baixas.

"Como esses encargos são definidos através de um abatimento previamente definido sobre a parte real pré-fixada da TLP, há a garantia que os fundos constitucionais ofereçam taxas mais baixas em quaisquer condições de mercado, mesmo as mais adversas", esclarece o texto.

Na visão do Banco Central, a medida vai contribuir para a queda da taxa estrutural de juros da economia, na mesma linha da criação da TLP, ampliando a potência da política monetária e contribuindo para o controle da inflação ao menor custo para a sociedade. Outro benefício destacado pelo BC é que a medida vai contribuir para o equilíbrio fiscal, já que alinha o custo dos empréstimos ao pago pelo Tesouro para captar em mercado.

 

PPPs têm recorde de projetos, mas apenas três avançam

Treze anos depois da criação de lei nacional que institui as parcerias públicoprivadas (PPPs), esse modelo de contratação vive seu momento mais paradoxal. Em 2017 prefeituras, governos estaduais e União bateram recorde de projetos lançados, com 281 tentativas de tirar PPPs do papel, mas apenas três foram bem sucedidas e tiveram contratos assinados.

Em 2016 a taxa de conversão de empreendimentos foi melhor, com 13 contratos em um universo de 183 projetos oficializados, conforme dados levantados pela Radar PPP, empresa especializada que monitora esse mercado. Além do rescaldo da recessão econômica, que afetou bastante a capacidade de contrapartida financeira para projetos de PPPs de governos de todas as esferas administrativas ao longo de 2017, especialistas argumentam que os Estados diminuíram seu interesse por esse tipo de concessão desde 2014 e que os municípios deixam a desejar quando o assunto é elaborar e encaminhar projetos. Eles acrescentam que também há ineficiência no setor privado.

"O assunto ganhou a agenda, mas muitos municípios se lançam no mundo das PPPs sem a devida preparação de gestores, sem a devida comunicação com a sociedade e com a câmara de vereadores e sem a devida motivação sobre os segmentos prioritários para as PPPs. Na iniciativa privada há diversas empresas iniciando sua jornada no tema, mas sem análise robusta de riscos ou custos para disputar uma concorrência de PPP ou participar de um procedimento de manifestação de interesse [PMI]", explica Bruno Pereira, sócio da Radar PPP.

Ele acrescenta que esses desalinhamentos existem com frequência na experiência brasileira com PPPs. "Entre outros fatores, são os responsáveis pela baixa conversão de prioridades de interesse público em bons contratos de PPP", diz o especialista, ponderando que o "ciclo de vida" de um projeto de PPP leva entre 1,5 ano e 2 anos de tramitação, o que sugere que projetos que foram lançados em 2017 ainda podem ser concretizado em 2018 ou 2019.

As únicas três PPPs assinadas em 2017 - serviço de esgoto de Vila Velha (ES), Ganha Tempo (MT) e iluminação pública de Açailândia (MA) - começaram a ser desenhadas pelo menos dois anos antes. Carlos Alexandre Nascimento, diretor de programas da London School of Economics Enterprise, destaca três assimetrias no mercado das PPP que podem explicar a alta mortalidade de projetos.

"Há um desequilíbrio de expectativas, que surge a partir de um choque de realidade do ente público sobre o que são e como conduzir as PPPs; assimetria de capacitação técnica e conhecimento, que resulta em equipes ineficientes para trabalhar com PPPs; e assimetria institucional, uma discrepância entre o que os governos esperam e o que os investidores desejam", avalia.

Na opinião de Sandro Cabral, professor de estratégia do Insper, 2018 também não será um ano positivo para o mercado das PPPs, que terá que lidar com um elemento a mais de instabilidade: as eleições. "Pode haver melhoras pontuais em ambientes controlados, em setores com melhor regulação, mas no geral o cenário está muito conturbado. Os governos precisam entender que PPP é um negócio de longo prazo, que demanda tempo para levantar um projeto do zero, não funciona pela lógica temporal das eleições", observa o acadêmico, acrescentando que, diante desse quadro em 2018, "o investidor vai arbitrar, se tiver confusão por aqui ele vai puxar o carro, vai botar dinheiro no Peru, na Colômbia."

Já para Bruno Pereira, da Radar PPP, prefeituras vão seguir interessadas nas PPPs em 2018. Segundo ele, as prioridades em 2017 foram definição de iniciativas e início de estudos de viabilidade. A dinâmica do mercado no novo ano, diz ele, dependerá dos resultados observados pelos gestores municipais. "No caso dos municípios, há um claro entusiasmo com o tema, e estamos apenas no início dos mandatos. Não creio que em ano eleitoral os Estados vão iniciar novos estudos de viabilidade, no máximo tentarão avançar para a fase de licitação de projetos que já estão na carteira", completa Pereira.

 

Crescimento de 3% em 2018 deve gerar 1,8 mi de empregos, diz ministro

Se a economia brasileira crescer 3% em 2018, deverão ser gerados 1,781 milhão de empregos no período, segundo projeções do Ministério do Trabalho (MTE) divulgadas nesta quarta-feira pelo titular da Pasta, Ronaldo Nogueira, durante apresentação dos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de novembro. Caso o Produto Interno Bruto (PIB) nacional tenha expansão de 3,5% no ano que vem, o número líquido de postos formais deve ser próximo de 2 milhões, segundo Nogueira.

O mercado de trabalho brasileiro registrou fechamento líquido de 12.292 vagas em novembro de 2017, no primeiro mês de vigência da reforma trabalhista, informou o MTE. No caso do calendário atual, o ministro acredita que o Brasil deve encerrar com um resultado em torno da neutralidade. “Espero que não tenhamos saldo negativo de empregos no fechamento de 2017”, disse.

Apesar disso, Mário Magalhães, coordenador-geral de Cadastro, Identificação Profissional e Estudos do Ministério do Trabalho, disse que a chance de um número levemente negativo no ano é maior do que de um resultado final positivo, que ele considerou remota. O ministro do Trabalho acrescentou ainda que acredita que os resultados da reforma trabalhista serão colhidos em 2018 e mostrou que não avalia adequado vincular o fechamento de vagas em novembro à reforma, que entrou em vigência apenas no dia 12 de novembro.

Magalhães ressalvou, por sua vez, que as projeções de geração de empregos formais em 2018 não consideram os novos tipos de contratos criados pela reforma trabalhista. O ministro aproveitou a presença de jornalistas para defender a reforma da Previdência, que ele diz considerar importante para trazer maior equidade ao sistema. “Tenho compromisso com a agenda de reformas do presidente Michel Temer”, sustentou.

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