Terça-feira

Setor de construção de obras imobiliárias cresce 10,4% de janeiro a novembro de 2019

A atividade de construção de obras imobiliárias para uso residencial, comercial ou de turismo cresceu 10,4% de janeiro a novembro do ano passado.  A alta é apontada por um índice desenvolvido pela empresa de análise de dados Neoway em parceria com a Tendências Consultoria.

Ainda de acordo com o levantamento, o total de metros quadrados em construção no país em novembro de 2019 apresentou crescimento de 13,5% em comparação ao que foi registrado no mesmo período de 2018.

O Centro-Oeste puxa o aumento, com acumulado de 17,3% de alta até o mês de novembro. Sudeste e Sul vêm em seguida, com 16,9% e 5,2% respectivamente. A consultoria vê nessa alta um sinal de novo ciclo imobiliário.

 

Construtora Moura Dubeux quer ‘reinar’ no Nordeste após abrir capital

A construtora Moura Dubeux, sediada em Recife (PE), pode se consolidar como a maior empresa do setor na Região Nordeste após realizar a abertura de capital programada para o início deste ano. A empresa dos irmãos Marcos, Aluísio e Gustavo Dubeux pretende levantar R$ 1 bilhão na bolsa, em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). O dinheiro será usado para zerar as dívidas e deixar o caixa livre para investimentos.

Obra aberta. O plano é expandir gradualmente os lançamentos anuais do patamar de R$ 400 milhões realizado em 2019 para R$ 1,5 bilhão em 2025, com atuação principal em Recife, Salvador e Fortaleza, e secundária em Maceió e Natal. No ano passado, as vendas totalizaram R$ 800 milhões e ajudaram a escoar os estoques.

Sonho grande. Se a expansão se concretizar, a Moura Dubeux vai ganhar escala e dominar mercados que hoje estão pulverizados entre empresas pequenas devido ao espaço deixado pela OR (antiga Odebrecht Realizações Imobiliárias) e por companhias tradicionais do Sudeste, como Cyrela e Rossi, que desistiram de atuar no Nordeste em meio à crise econômica nacional que afetou o setor imobiliário. Procurada, a Moura Dubeux não comentou.

 

Banqueiros e BC debatem expectativas em primeira reunião do ano

O primeiro encontro do ano entre banqueiros e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, foi pautado por perspectivas para 2020. A leitura é de que o cenário para a economia brasileira é mais positivo que o do ano passado. Sustenta tal visão inflação e juros baixos, o patamar do dólar, a despeito da tensão entre os Estados Unidos e o Irã, após o assassinato do líder iraniano Qassem Suleimani, na semana passada, melhora do emprego e continuidade da agenda de reformas no governo de Jair Bolsonaro.

Nada de micro. Futuras mudanças regulatórias para o setor bancário, contudo, ficaram de fora da pauta da reunião que ocorreu justamente no dia em que entraram em vigor as novas regras do cheque especial. O BC deve dar mais detalhes sobre a agenda do segmento, batizada de BC#, essa semana, em coletiva de imprensa agendada para quinta-feira, dia 09.

Nata. Participaram do encontro com Campos Neto o presidente da Caixa, Pedro Guimarães; do Banco do Brasil, Rubem Novaes; do Itaú Unibanco, Candido Bracher; do Bradesco, Octavio de Lazari; do Safra, Alberto Corsetti, e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal.

 

‘Economia global não deve frear crescimento do PIB brasileiro', diz executivo

Com R$ 284 bilhões sob gestão, a Santander Asset Management aumentou em 20% a equipe, criando uma área de fundos imobiliários e outra de fundos de infraestrutura, informou o presidente da empresa, Miguel Ferreira, ao Estadão. Essa expansão está baseada em uma expectativa de retomada para a economia em 2020.

O executivo disse que a queda nos juros deverá beneficiar o Produto Interno Bruto (PIB), pois amplia a tomada de crédito para empresas e pessoas físicas. “Prevemos que o Brasil deverá crescer entre 2% e 2,5% em 2020 e ser um dos poucos lugares com expansão da atividade (em relação a 2019). Não acreditamos que a economia global vai ter algum problema que venha a afetar o País.”

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Como foi o ano de 2019 para a Santander Asset?

A indústria está em transformação, associada à queda de juros. Esse movimento tem uma série de impactos para a economia e os indivíduos. Ficou mais barato tomar crédito tanto para as empresas quanto para as famílias, o que gera um potencial de crescimento maior do PIB. As empresas passaram a ter um custo de capital menor e deverão voltar a investir. Prevemos, então, que o Brasil deve crescer entre 2% e 2,5% em 2020 e ser um dos poucos lugares com expansão da atividade no ano que vem. Não acreditamos que a economia global vai ter algum problema grave que venha a afetar o País. Com esse nível de taxa básica de juros, começa a ficar mais barato no Brasil comprar um imóvel do que alugar pela primeira vez na minha geração.

O que isso quer dizer?

Tem uma tese de real estate (mercado imobiliário) relevante para 2020, mais um efeito da Selic baixa. O poupador está carente de retornos que ele buscava em aplicações com 100% do CDI. Em 2019, então, o que vimos foi uma migração gigantesca para produtos com potencialmente maiores retornos, mas também de maior risco.

Na Santander Asset, cerca de R$ 180 bilhões do total sob gestão estão alocados em fundos de renda fixa. Por que a migração é tão lenta?

Não é lenta. A aceleração do crescimento de produtos fora da renda fixa é gigantesca. O número de cotistas em fundos de maior valor agregado (ações e multimercados) cresceu 55% nesse ano. Acho que a migração continua em 2020 muito fortemente, mas ainda levará mais tempo. É uma mudança estrutural sobre como a poupança do brasileiro está organizada nas últimas décadas.

 

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